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Amor não correspondido



Sonhamos quando um grande amor vem nos salvar de nossa solidão, do vazio do nosso coração e das feridas ocasionadas pelas nossas carências. Idealizamos e imaginamos como seria este grande amor. Imaginamos o seu estereótipo, a sua personalidade e até seus costumes. Quando pensamos que finalmente o encontramos e que agora a felicidade chegou descobrimos que este amor não é correspondido.

A vontade é de ficar ouvindo músicas depressivas trancado no quarto e longe dos amigos, remoendo o sofrimento de não ser correspondido. Pensamos que somos feios, sem graça e sem valor. Queremos viver então, o que a pessoa que amamos esperaria e idealizaria de um amor. Começamos a ser outra pessoa e não nós mesmos e perdemos nossa identidade até nas coisas mais simples.

Lembro-me daquele filme Uma noiva em Fuga em que Julia Roberts nem mais sabia mais qual era a omelete que gostava, se era de carne ou de queijo, pois a personagem queria gostar da omelete que o seu amado gostava pelo medo de não agradá-lo. Isto ressoa em você?

Se ressoa, é hora de dar a volta por cima desta “deprê” abrindo-se para superação e, esta superação inicia-se recordando quem eu sou. Preciso voltar a minha raiz e relembrar das minhas essências. Necessito novamente entrar em meu interior e descobri até onde eu deixei me levar pela paixão para agradar a outra pessoa e até onde eu gosto do que ela gosta.

A minha identidade me dá fortaleza e chão para eu superar meus sofrimentos como este de não ser correspondido. Deus me conhece por inteiro e sabe da beleza que sou. Voltar-se para o meu interior buscando novamente a minha identidade perdida pela paixão é dá a chance para Deus unir-me ao meu sofrimento e com Ele ser modelado e formado. Um momento oportuno de intimidade com aquele que nos ama pelo que somos e não pelo que fazemos.

A nossa afetividade necessita de um amor puro e sem interesse. Esta forma de amar quem pode nos dá é Jesus. Ele é capaz de corresponder da forma como esperamos e nos fazer levantar. Porque seu amor supera tudo!

Jovem revolucionário, é hora de deixar Deus unir-se ao seu sofrimento através da sua dor que pode ser expressa na oração, ouvindo a Palavra e na vida sacramental. Esta é a via da intimidade e da busca da superação que se dá pela restauração da sua identidade a luz do amor de Cristo.


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Esmalte da semana: Rosa antigo

Se tem uma cor que eu amo é o rosa, desde os mais clarinhos aos mais fortes. Tenho exatamente 12 esmaltes rosa de diferentes tonalidades na minha necessaire. Quem sabe eu consiga fazer um post sobre todos aqui hahaha.

Bom, estreando essa tag, começo com um esmalte que estou usando agora e que me apaixonei. O Rosa antigo da Ana Hickmann. É um rosa escuro lindo!

E ai meninas, o que acharam dessa cor de esmalte?

Fiquem na Paz! Beijos, beijos.
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Tendência: Candy Colors

As Candy Colors são a nova moda inspirada na moda antiga. São as cores mais doces, como o próprio nome já diz, vindo em tons pasteis. É a moda primavera/verão 2013, com uma pegada de romantismo, elegância e muita fofura. Trouxe algumas fotos para inspirarem vocês na hora das compras. Bora ver?





E olha só os esmaltes que acabaram de chegar. Beijo Adormecido e Sapo Encantado da Avon. Ainda não usei mas assim que usar postarei sobre aqui no blog.

E ai meninas, o que vocês acham das Candy Colors? Usariam?
Beijos, beijos.
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Seria Fofo Se Não Fosse Trágico


Sei que é diferente dos posts que estou habituada a fazer, mas achei que vocês podiam gostar da pequena seleção de fotos sobre as coisas que até seriam fofas, se não fossem trágicas. 



 Pra quem assiste Gossip Girl, Chuck e Blair, definem bem isso.



Eles amam dizer que é fofo quando ficamos com ciúmes, então...



Esses vieram do tumblr Exaltatumblr. Tem coisa mais trágica/fofa que amor platônico?

E o que falar de quando você tem muito amor pra dar (fofura), mas não tem pra quem? (Trágico)







E acho que essa fofura dispensa explicações. 


Espero que tenham curtido, beijos. E até sexta, com meus textos normais. 

Alexya Cristal
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As Coisas Que Acontecem Quando Ele Sorri



Nele. Aparecem furinhos em suas bochechas, como nas minhas. Os lábios ganham uma tonalidade diferente de rosa. Seus dentes claros aparecem discretamente sobre o canto esquerdo que sempre fica levemente mais repuxado. Surgem algumas rugas de expressão sobre a testa. A sobrancelha direita se eleva. O queixo se torna ainda mais anguloso e a cabeça se move em acenos quase que involuntários.
No mundo. A Terra continua rodando sobre o eixo da mesma órbita, as pessoas se decepcionam, se despedem, se reencontram e se procuram. O sinal abre, os carros passam, a vida segue. Tudo o que tem que se mover, se move e tudo o que tem que permanecer, permanece. Todos indiferentes à magia do sorriso que só eu assisto.
Em mim. Meu sorriso de resposta é instantâneo. Meus olhos acompanham cada pequeno detalhe da sua expressão. Minha mente se encarrega de tornar a cena ainda mais lenta. Meu coração falha e, em seguida, acelera consideravelmente. Surge a vontade repentina de guardá-lo pra mim, colocar no colo e torná-lo meu.
Nele. Volta a olhar adiante, as mãos no volante. O motivo do sorriso já esquecido. A conversa volta à leveza. As mãos trocam a marcha. O rosto se vira para o meu periodicamente. Indiferente aos meus devaneios.
No mundo. Eu simplesmente não ligo.
Em mim. O disfarce da minha intensidade. O sorriso de quem guarda um segredo. E a promessa silenciosa de que ele ainda pertencerá somente a mim. 
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